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SCR DO BANCO CENTRAL: ENTENDA O QUE É E POR QUE O STJ DECIDIU QUE ELE NÃO SE CONFUNDE COM SCPC E SERASA
Decisão reforça que o SCR tem finalidade de supervisão e gestão de riscos, não de restringir crédito ou "negativar" consumidores Quem já solicitou um empréstimo ou financiamento provavelmente ouviu falar do SCR do Banco Central. Não é raro que consumidores confundam esse sistema com cadastros de inadimplentes, como Serasa ou SPC. No entanto, uma recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reforçou que essa interpretação está equivocada. Segundo a Corte, o Sistema de

Luís Alberto Martins
3 de jul.3 min de leitura


A HIPERVULNERABILIDADE DA PESSOA IDOSA NAS RELAÇÕES BANCÁRIAS: POR QUE OS BANCOS TÊM UM DEVER MAIOR DE PROTEÇÃO?
Introdução O envelhecimento da população brasileira trouxe um novo desafio para o Direito: garantir que a pessoa idosa possa utilizar serviços bancários e contratar crédito de forma segura, especialmente em um cenário marcado pela digitalização das operações financeiras. Aplicativos, internet banking, atendimento remoto e Pix facilitaram a vida de milhões de consumidores, mas também ampliaram os riscos de fraudes, golpes e contratações indevidas. Nesse contexto, cresce a impo

Luís Alberto Martins
26 de jun.4 min de leitura


JUROS ACIMA DA MÉDIA? JUSTIÇA EXIGE QUE BANCOS COMPROVEM O RISCO DA OPERAÇÃO
STJ reforça que a taxa média do Banco Central continua sendo referência para identificar abusos, e decisão do TJSC limita juros de financiamento de veículo por falta de justificativa da instituição financeira Uma recente decisão destacada pela ConJur reacendeu uma das discussões mais importantes do Direito Bancário: até que ponto os bancos podem cobrar juros acima da média divulgada pelo Banco Central? Embora a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheça qu

Luís Alberto Martins
24 de jun.4 min de leitura


BANCO É CONDENADO POR NÃO ESTORNAR COMPRAS REALIZADAS COM CARTÃO EXTRAVIADO - A RESTITUIÇÃO DEVE OCORRER EM DOBRO
Justiça entende que instituição financeira deve responder por transações incompatíveis com o perfil da cliente e realizadas após extravio do cartão A Primeira Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal manteve a condenação do Banco Santander ao ressarcimento de valores debitados após a realização de compras não reconhecidas por uma correntista que teve seu cartão extraviado. O caso envolveu 14 compras realizadas por meio da tecnologia contactless (pagamento por

Luís Alberto Martins
23 de jun.3 min de leitura
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